Usinas de biogás, turnkey
O biogás resolve dois problemas ao mesmo tempo: o passivo do resíduo orgânico e o custo da energia. O que hoje é despesa de destinação vira matéria-prima de geração.
Uma planta de biogás não vende um produto só. Cada linha abaixo é uma receita que sai da mesma estrutura.
Geração firme, injetada na rede ou consumida na própria operação.
Upgrade do biogás, com margem superior à da venda de eletricidade.
O digestato da planta, subproduto de capex praticamente nulo.
A captura de metano é certificável e não exige investimento adicional.
Uma planta de biogás muda o enquadramento ambiental da sua operação. O resíduo deixa de ser passivo e passa a ser insumo, e isso passa a ser documentável perante banco, comprador e órgão ambiental.
Quem comprova destinação correta do resíduo negocia em outro patamar com fornecedor e com programa de fomento.
Projeto de baixo carbono tem linhas de financiamento próprias, com condições diferentes do crédito convencional.
A captura do metano e a destinação do resíduo passam a ter registro e rastreabilidade.
Exportador, indústria e grande varejo cobram evidência ambiental do fornecedor.
Os benefícios variam por programa, por estado e por comprador. A FR3 organiza a documentação da planta; a elegibilidade de cada linha é avaliada caso a caso.
Uma responsável, do estudo à energia injetada. As duas viabilidades vêm primeiro, e nessa ordem: a técnica antes da financeira.
Vazão de gás, análise da rede e do terreno. Atesta a viabilidade técnica do projeto.
Só depois de aprovada a técnica é que se calcula o dinheiro, com a vazão medida na sua operação.
Projeto executivo, licenciamento ambiental, acesso à rede e montagem eletromecânica.
Parecer de acesso, vistoria, conexão e partida assistida da planta.
Não trabalhamos com valor de prateleira. Cada planta é dimensionada pela realidade da sua operação, e o orçamento é aberto, item a item.
Memorial descritivo, lista de equipamentos com marca e modelo e cronograma físico-financeiro por marco de obra.
O porte da planta sai da vazão de gás medida no seu resíduo, não de média de mercado.
Começa gerando energia elétrica e recebe o upgrade de biometano depois, quando a operação já está pagando por ele.
Uma usina pronta é o começo de uma operação. Essa parte fica com a FR3, e você não precisa montar equipe nem virar operador de energia.
Você consome na sua operação a energia que a planta gera. O excedente é vendido a consumidores por intermédio da FR3, que faz a gestão do ativo e emite a nota fiscal de energia. A receita da venda é sua.
A planta opera como ativo de renda. A FR3 leva toda a energia gerada a consumidores, emite a nota fiscal de energia e você acompanha o resultado da operação.
Monitoramento, manutenção preventiva e disponibilidade do ativo.
Equipamentos e materiais da planta cobertos por garantia.
Administração dos créditos, conferência e auditoria de faturas.
Conformidade permanente junto à ANEEL e à distribuidora.
Se a sua operação produz resíduo orgânico em volume constante, ela já tem a matéria-prima. Falta a planta.